A arte de Guilherme Maizena

Guilherme Maizena, 40 anos, é grafiteiro e tatuador.

Artista autodidata explora diversas técnicas, desde aquarela, tinta acrílica, nanquim e atualmente desenvolve trabalhos utilizando a colagem.




Guilherme Maizena

Guilherme Maizena – Divulgação

Atuando no graffiti em Contagem desde 1997, foi instrutor de oficinas em vários bairros da cidade e participou de diversos eventos de arte urbana, entre eles, o Bangalô Cultural e a décima segunda edição do Festival Visual Brasil em Barcelona, na Espanha.

Guilherme Maizena

Guilherme Maizena – Divulgação

 

Tatuador desde 2003, já trabalhou em renomados estúdios de Belo Horizonte e Contagem, entre eles Tattoo House, Armani Tattoo e Tattoo & Cia.

Experiente em exposições coletivas, em 2013, organizou o projeto Stone Garden, convidando tatuadores e grafiteiros atuantes no cenário mineiro.

Guilherme Maizena

Guilherme Maizena – Divulgação

 

A arte de Guilherme Maizena

Guilherme Maizena – Divulgação

 

Em 2016, realizou sua primeira exposição solo, intitulada Porn Cake, utilizando a técnica da colagem e explorando o universo da pornografia.


Maizena por ele mesmo:

“Eu comecei a desenhar influenciado por HQs, desde muito cedo gostava de copiar os desenhos do Conan, Homem Aranha, Hulk e outros heróis dos quadrinhos.

Sempre gostei de ler, desenhar e também pensava em criar minhas próprias histórias. E esse foi meu começo no mundo da arte. Durante a adolescência comecei a pintar com aquarela, depois de ver um livro com imagens usando essa técnica. Fazendo alguns bicos, consegui comprar minha primeira aquarela e passava horas pintando.

Uma vez meu pai comprou uma coleção de livros de arte para mim e através disso fiquei conhecendo várias técnicas que passei a estudar.

Sempre fui dedicado nos meus estudos sobre pintura. Depois que sai do exército, me envolvi com a arte do graffiti e foi paixão à primeira vista.

Mesmo com poucos recursos toda semana estava na rua fazendo um graffiti, às vezes, usando somente tinta látex, já que o spray era muito caro na época.

Estou pintando graffiti desde 1997 e meu trabalho é basicamente a criação de personagens. Durante alguns anos fui instrutor de graffiti num projeto da prefeitura de Contagem e dei aula em vários bairros da cidade.

Também já participei de vários eventos de arte urbana em Minas Gerais. Em 2003, comecei a tatuar profissionalmente e já trabalhei em grandes estúdios em Belo Horizonte e Contagem.

Em 2009, comecei a pintar telas e fiz a minha exposição com meu amigo Jefferson Candido, no Big Shopping pelo projeto Tudo a Ver do Centro Cultural de Contagem.

Desde então, tenho pintado telas explorando diversas técnicas, montado exposições, além de continuar a grafitar e tatuar. Em 2016, montei minha primeira exposição solo, intitulada Porn Cake, explorando o universo da pornografia e publicidade.”

 

Guilherme Maizena

Guilherme Maizena – Divulgação